Programa OutrOlhar: Entrevista com Desembargador Alexandre Agra Belmonte por outrolhar no Videolog.tv.
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sábado, 19 de maio de 2012
terça-feira, 3 de abril de 2012
segunda-feira, 5 de março de 2012
Os guerreiros do Ginga denunciam inverdades contra o software de interatividade brasileiro
O professor Luiz Fernando Gomes Soares, do Laboratório
Telemidia da PUC-Rio e um dos criadores do Ginga disse que "Boatos
têm levantado que a implementação Ginga-NCL argentina não segue as
Normas Ginga". Luiz Fernando foi contundente em defesa do Ginga como
sofware livre. "Isso é uma inverdade". Luiz Fernando está seguro que
essas mentiras visam colocar "em perigo tudo o que
acreditamos a respeito de um conhecimento livre". "O
Ginga não foi criado para simplesmente trocar os nomes, ou
nacionalidades, dos dominadores". O criador do Ginga disse que ele "foi
criado para compartilhar, para dar
direito e soberania a todos". "Nunca vamos deixar o Ginga ter donos".
"Sejam
elas pessoas, empresas, ou países". "Acreditamos que o conhecimento
pertence a todos" finalizou Luiz Fernando.
O professor LF, como é conhecido, divulgou a declaração conjunta com os argentinos que mostramos abaixo:
quinta-feira, 1 de março de 2012
Mobilização geral contra o obscurantismo e a perseguição aos cientistas
INSTITUTO HUMANITAS UNISINOS
Entrevista especial com Hermano Albuquerque de Castro
Quinta, 01 de março de 2012
O uso do amianto no Brasil: ''A ciência não evolui no banco dos réus, mas no debate acadêmico''.
Empresários
da indústria do amianto interpelam judicialmente médico sanitarista por
divulgar dados sobre os efeitos danosos dessa substância na saúde
humana. Mesotelioma e problemas respiratórios são doenças que podem
surgir, aponta.
Confira a entrevista.
Interpelado
judicialmente pelo Instituto Brasileiro de Crisotila, fundado por
empresários da indústria do amianto, o médico sanitarista Hermano Albuquerque de Castro afirma, em entrevista concedida por telefone para a IHU On-Line, que desde o início do século XX já são conhecidos os efeitos danosos do amianto na
saúde humana. O que ele fez foi analisar dados divulgados pelo Datasus,
do Ministério da Saúde, que entre 1980 e 2003 registrou 2414 mortes
relacionadas à substância num estudo realizado no Brasil. “A ciência não
evolui no banco dos réus, mas no debate acadêmico. Se a indústria acha
que o amianto pode ser utilizado porque há meios de controlá-lo, então
traga seus estudos para os congressos acadêmicos, que os publiquem nas
revistas médicas e vá para o debate científico”. Em sua opinião, é
perfeitamente viável substituir o amianto por
outras substâncias, pois mais de 50 países já o fizeram. Tecnologia
existe, mas é preciso interesse em aplicá-la. Sobre a condenação dos
executivos italianos da Eternit,
em janeiro, Castro diz que ela é exemplar: “Está se fazendo justiça,
que deveria ser feita em outros locais também, como no Brasil, no mínimo
reconhecendo as doenças e indenizando os doentes”.
Hermano Albuquerque de Castro é
graduado em Medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro –
UFRJ, doutor em Saúde Coletiva pela Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz.
Desde 1986 é pesquisador da Fiocruz e atua no Centro de Estudos da Saúde
do Trabalhador e Ecologia Humana.
Confira a entrevista.
IHU On-Line – Por que o senhor foi interpelado judicialmente a respeito de seus estudos sobre os efeitos do amianto na saúde humana?
Hermano Albuquerque de Castro –
Essa interpelação foi feita em função de declarações contidas em um
artigo que escrevi em 2008 sobre a mortalidade por mesotelioma no
Brasil. Esse texto foi feito com base em dados fornecidos pelo Datasus, órgão do Ministério da Saúde, que registrou 2414 mortes
num estudo que vai de 1980 a 2003. Fui interpelado para saber de onde
tirei as informações. O dado primário, ressalto, não é meu, mas foi
gerado pelo Ministério da Saúde. Apenas analisei a distribuição dessa
mortalidade no Brasil. Outro motivo da interpelação diz respeito à
informação sobre riscos nas pessoas que manipulam o amianto. Essa substância é considerada cancerígena por instituições como o The International Agency for Research on Cancer – IARC, que afirma não haver limite de tolerância para o risco de câncer. Isso
está escrito nos textos da própria Organização Mundial da Saúde –
Environmental Health Criteria 203, 1998 – que compilou vários textos
epidemiológicos sobre o asbesto crisotila.
O
que fiz foi passar a informação à sociedade afirmando haver um risco.
Não posso dizer que não há risco de câncer, de que a manipulação desse
material pode ser feita de qualquer forma. Qualquer trabalhador que
lidar com o amianto deve se proteger. Se for cortar uma telha, além dos
Equipamentos de Proteção Individual – EPIs de uso obrigatório, há todo
um cuidado com a vestimenta adequada a se usar nessa ocasião. Além
disso, existe uma resolução do Conama 348 que define os resíduos da
construção civil, como telhas contendo amianto, como resíduo perigoso e
que deve ter tratamento especial.
IHU On-Line – Acredita que essa foi uma tentativa de intimidar suas pesquisas?
Hermano Albuquerque de Castro –
Penso que sim. Já disse isso em outras entrevistas. A melhor forma de
debater o problema do amianto na área da saúde é disponibilizar as
informações e discutir nos espaços que competem, como o da academia. A
ciência não evolui no banco dos réus, mas no debate acadêmico. Se a
indústria acha que o amianto pode ser utilizado porque há meios de
controlá-lo, entrão traga seus estudos para os congressos acadêmicos,
que os publiquem nas revistas médicas e vá para o debate científico.
Continuo minhas pesquisas, a não ser que por decisão judicial impeçam
meu trabalho, só assim poderão calar minha boca e da sociedade inteira,
além de vários institutos que colocam esse debate publicamente. Depois
do episódio que se deu comigo, vários institutos emitiram notas de
repúdio, trazendo ao debate a questão do amianto. É o caso do Instituto Nacional do Câncer, da Fiocruz, doConselho Nacional de Saúde, da Sociedade Brasileira de Pneumonia e Tisiologia, da Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva e das Sociedades de Pneumologia do Rio de Janeiro e de São Paulo.
Várias instituições públicas de saúde externaram estranheza se
solidarizando com o caso e colocando claramente que o amianto é
considerado cancerígeno no mundo inteiro. Quase todos os países de
primeiro mundo já proibiram a substância.
IHU On-Line – Quais
são as principais descobertas que o senhor fez em relação às doenças
causadas pelo amianto desde que começou a pesquisar esse tema?
Hermano Albuquerque de Castro – Na
verdade, não descobri nada. A descoberta de que o amianto é cancerígeno
data do começo do século XX. Em 1919 já havia publicações demonstrando a
relação de causalidade entre a doença e a substância. O que fazemos é
acompanhar os pacientes e publicizar os dados clínicos em revistas
científicas, mostrando a correlação da imagem radiológica com a função
pulmonar, apresentando casos clínicos em congressos médicos sobre como
os pacientes adoecem e morrem. A média e o tempo de vida são outras
variáveis que discutimos sobre trabalhadores expostos.
Avançamos também na questão da vigilância. A Fiocruz desenvolveu
um projeto de vigilância aos expostos ao amianto no Brasil, incluindo a
vigilância ambiental. Outro fato a se destacar é o estudo que fazemos
sobre a distribuição de mortalidade. Oriento teses sobre isso. Na Revista Ciência e Saúde Coletiva de
janeiro deste ano, há um artigo do meu grupo de pesquisa sobre um
estudo de percepção de risco quanto ao amianto na cidade de Poções, no
interior da Bahia. Neste momento, oriento uma tese de doutorado sobre a
elaboração de um questionário sobre o mesotelioma e pretendemos iniciar
um estudo de caso-controle. Estudamos as doenças em si, e não a relação
com amianto, já que essa relação já está dada. Não sou o primeiro a
dizer que essas doenças têm relação com o amianto. Isso já está escrito.
Apenas aprofundei conhecimento para entender o processo de adoecimento
no Brasil.
IHU On-Line – Quais
são os problemas de saúde decorrentes da exposição ao amianto em
trabalhadores e na população em geral, que convive com materiais
fabricados com esse componente?
Hermano Albuquerque de Castro – O problema principal acontece com os trabalhadores da indústria do amianto.
Temos um conjunto de doenças respiratórias relacionadas a essa
substância. Para os trabalhadores, a principal é a asbestose pulmonar,
decorrente da inalação da fibra ao longo de anos. Há um período de
latência de cerca de 20 anos para que o problema se desenvolva. Na
medida em que aumenta a inalação da fibra, cresce a chance de se
adoecer. O câncer de pulmão é outra enfermidade que decorre dessa
exposição. E o tabagismo potencializa esse tipo de câncer. Alterações
funcionais, placas pleurais são bem características da exposição ao
amianto em trabalhadores. Essas placas levam uns 15 anos para aparecer, e
são uma reação da pleura à fibra inalada. Esse quadro pode levar a
problemas respiratórios graves.
Mesotelioma
Há,
ainda, o mesotelioma, câncer da pleura relacionado de 95 a 99% à
exposição do amianto. Essa substância, em termos percentuais de risco, é
a que mais tem relação com o mesotelioma.
Na medida em que aumenta o consumo de amianto no país, aumentam os
casos e a mortalidade por mesotelioma. Já nessa doença o período de
latência é de 35 a 40 anos. O mesotelioma tem sido considerado no mundo
inteiro como indicador de exposição ambiental porque aparece após
inalação de baixas doses. Boa parte dos estudos mostra que muitas
pessoas que possuem a doença não têm uma história explícita de exposição
ambiental. Outras têm história explícita de exposição ambiental porque
moraram próximo a indústrias, ou têm parentes que trabalharam na
indústria e levaram a fibra para dentro de casa. Não é uma exposição
ocupacional, porque tais pessoas nunca chegaram a trabalhar nesse tipo
de indústria. Contudo, fortuitamente foram expostas à substância.
Na Fiocruz não temos registro de nenhum caso desse tipo de exposição. No entanto, há estudos nesse sentido, inclusive no Rio Grande do Sul,
feitos pela Secretaria de Saúde, no qual foi realizado um levantamento
retrospectivo de pessoas que morreram de mesotelioma e cujas famílias
foram questionadas se essa pessoa era trabalhadora de indústria do
amianto. Metade dos familiares respondeu que essas pessoas doentes não
haviam trabalhado nessa área. Ou seja, não tinham uma história
ocupacional ligada diretamente à exposição do amianto. O que se atribuiu
é que essas mortes estejam ligadas a uma exposição ambiental, que
costumo classificar como ambiental explícita (morar muito próximo de uma
indústria de amianto) e ambiental não explícita (estamos expostos ao
amianto em diferentes situações em nossa vida: respiramos amianto que
sai do freio dos automóveis, habitamos em casas nas quais pode haver
telhas de amianto quebradas). Na maioria dos países há uma grande
parcela de doentes com mesotelioma que não tiveram exposição direta ao
amianto.
IHU On-Line – O amianto já foi banido de 58 países. O que explica o fato de continuar sendo usado largamente no Brasil?
Hermano Albuquerque de Castro – No Brasil, o único problema é o econômico.
Uma única mina, em Minasul, mantém e quer manter seu ganho e produção.
Em vez de o Estado brasileiro apostar numa reconversão econômica dessa
região para proteger a vida dos milhões de cidadãos brasileiros, prefere
manter uma mina que emprega 300 pessoas. Chile e Argentina já baniram o amianto dos processos produtivos de diversos produtos.
IHU On-Line – A indústria do amianto é um lobby tão poderoso quanto a indústria do tabaco e a farmacêutica, por exemplo?
Hermano Albuquerque de Castro – Não sei se é tão forte quanto esses dois, mas sei que temos projetos de lei que tramitaram no Congresso Nacional (o primeiro do Gabeira, depois do Eduardo Jorge, agora do senador Suplicy)
para banir o amianto e que nunca foram para a votação e acabam presas
nas comissões. O fato é que isso nunca se tornou realidade em nosso
país. A indústria do tabaco,
apesar do lobby poderoso, possui muitas regras de restrição ao seu uso.
Contudo, no Brasil ainda não existem indenizações à sociedade pelos
danos causados pelo tabaco e menos ainda para o amianto. Mas deveria
haver.
IHU On-Line – Como
analisa a condenação do magnata suíço Stephan Schmidheiny, 65 anos, e o
barão belga Louis de Cartier de Marchienne, 92 anos, fundadores e
proprietários da Eternit, na Itália, em 14 de fevereiro?
Hermano Albuquerque de Castro – Isso é exemplar.
Está se fazendo justiça, que deveria ser feita em outros países também,
como no Brasil, no mínimo reconhecendo as doenças e indenizando os
doentes. Foi o que houve na Itália. A condenação aconteceu muito em
função dos danos e óbitos causados em trabalhadores da indústria Eternit
e moradores da região. Penso que foi muito justo o que foi decidido lá.
IHU On-Line – Quais são os produtos que contém amianto? Qual é a durabilidade da ação danosa desse material?
Hermano Albuquerque de Castro – 90% dos produtos que usam amianto no Brasil vão para a indústria do fibrocimento, como telhas. Essa substância também compõe freios e papelões hidráulicos. Sua ação danosa está ligada diretamente à possibilidade de inalação. Se a pessoa inalar, haverá a possibilidade de adquirir uma doença relacionada ao amianto/asbesto.
IHU On-Line – Se uma pessoa vive em uma residência com telhas de amianto, há o risco de adoecimento em função disso?
Hermano Albuquerque de Castro –
Essa pergunta é fundamental. Não oriento nenhuma pessoa a tirar as
telhas de amianto das suas casas. Isso porque há risco em se tirar as
telhas do lugar, já que as pessoas o fazem sem nenhuma proteção. Por
orientação geral, não se deve inalar fibra de amianto. Quando retirar
telhas, é preciso se proteger com máscara e roupas adequadas. De resto, é
fundamental fazer uma manutenção preventiva nas telhas, para verificar
seu estado e evitar deterioração.
IHU On-Line – Qual é a viabilidade de abolir o uso do amianto, substituindo-o por outras substâncias?
Hermano Albuquerque de Castro – Há viabilidade, sem dúvida, o que é comprovado pela substituição desse produto em mais de 50 países. Por que seríamos diferentes? O Brasil quer ir para o primeiro mundo, então poderíamos dar o primeiro passo nessa direção. A Eternit na
Europa produz telhas sem amianto. Por que aqui isso não pode ser feito
também? Os automóveis produzidos no Brasil possuem amianto. Já aqueles
produzidos para exportação não têm esse componente. Tecnologia existe,
mas é preciso querer aplicá-la.
(Por Márcia Junges)
PARA LER MAIS:
Avanço Social: PR – Comissão Permanente Ecologia e Meio Ambiente vota pela proibição do amianto
1)- Comissão de Meio Ambiente aprova projeto que proíbe uso do amianto no Estado
A
Comissão de Ecologia e Meio Ambiente da Assembleia Legislativa aprovou o
projeto de lei de autoria do presidente da comissão, deputado Luiz
Eduardo Cheida, do PMDB, que proíbe a fabricação ou a venda de produtos
que contenham quaisquer tipos de fibras de amianto ou asbesto na sua
composição.//
A matéria tramita em regime de urgência e durante sua primeira análise na comissão recebeu parecer contrário da relatora, deputada Cantora Mara Lima, do PSDB.//
O deputado Rasca Rodrigues, do PV, pediu vistas e, nesta quarta-feira, apresentou seu voto em separado, aprovado pela maioria.//
Mesmo derrotada, a deputada Mara Lima insistiu na proposta de que se forme uma comissão parlamentar para visitar fábricas instaladas no Paraná. A proposta foi aceita e a própria deputada ficou encarregada de agendar as visitas.//
O deputado Cheida justifica a proposta de proibição pela característica do amianto de causar o câncer e outras doenças fatais.//
SONORA CHEIDA 1
O deputado explicou que a proposta para a proibição do amianto encontra ampla base científica e que o produto pode ser substituído por outros materiais não perigosos.//
SONORA CHEIDA 2
Cheida destacou que os produtos com amianto já estão proibidos em cinco estados do Brasil e em mais de 40 países.//
SONORA CHEIDA 3
A matéria já foi aprovada nas comissões de Constituição e Justiça, Indústria e Comércio e Saúde Pública, e, agora, segue para Plenário, onde será novamente debatida e poderá receber emendas.//
A matéria tramita em regime de urgência e durante sua primeira análise na comissão recebeu parecer contrário da relatora, deputada Cantora Mara Lima, do PSDB.//
O deputado Rasca Rodrigues, do PV, pediu vistas e, nesta quarta-feira, apresentou seu voto em separado, aprovado pela maioria.//
Mesmo derrotada, a deputada Mara Lima insistiu na proposta de que se forme uma comissão parlamentar para visitar fábricas instaladas no Paraná. A proposta foi aceita e a própria deputada ficou encarregada de agendar as visitas.//
O deputado Cheida justifica a proposta de proibição pela característica do amianto de causar o câncer e outras doenças fatais.//
SONORA CHEIDA 1
O deputado explicou que a proposta para a proibição do amianto encontra ampla base científica e que o produto pode ser substituído por outros materiais não perigosos.//
SONORA CHEIDA 2
Cheida destacou que os produtos com amianto já estão proibidos em cinco estados do Brasil e em mais de 40 países.//
SONORA CHEIDA 3
A matéria já foi aprovada nas comissões de Constituição e Justiça, Indústria e Comércio e Saúde Pública, e, agora, segue para Plenário, onde será novamente debatida e poderá receber emendas.//
Repórter: Nelson Martins
Link: http://www.alep.pr.gov.br/imprensa/radio_sinal/sonora/540/comissao-de-meio-ambiente-aprova-projeto-que-proibe-uso-do-amianto-no-estado/
2)- Combate ao Racismo Ambiental
PR – Comissão Permanente Ecologia e Meio Ambiente vota pela proibição do amianto
Por racismoambiental, 01/03/2012 06:52
A
Comissão Permanente Ecologia e Meio Ambiente, da Assembléia Legislativa
do Paraná deu ontem o primeiro passo para a interdição do amianto no
estado, que é o maior produtor de artefatos de fibrocimento com amianto
do Brasil.
O
parecer aprovado, de autoria do Deputado Rasca Rodrigues, proíbe o uso e
o fabrico de produtos, materiais e artefatos que contenham quaisquer
tipos de amianto ou abesto, assim como outros minerais que,
acidentalmente, tenham fibras de amianto na sua composição.
O
resultado foi de 4 a 1 a favor do projeto de lei, que agora será
encaminhado à diretoria Legislativa da ALEP e deverá ser votado na
semana que vem.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
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